O homem que amava caixas, de Stephen Michael King, conta a história de um pai apaixonado por caixas. E também por seu filho. O pai não era muito bom com as palavras, por isso, encontrou uma maneira singular de dizer ao filho que o amava: por meio de suas caixas.

Com caixas altas, grandes, redondas, pequenas e amassadas, construía para o filho os mais variados brinquedos, de castelos imensos a aviões que voavam de verdade (a menos que chovesse!). O menino, claro, amava aquelas criações. Mas, mais do que as caixas, talvez o menino amasse o tempo que compartilhava com o pai daqueles momentos de brincadeira conjunta.

Porém, como todo mundo que é assim, digamos, um pouco diferente, o pai não era visto com bons olhos pelos vizinhos e pelas outras pessoas. Todos o achavam um pouco esquisito. E você pensa que ele ligava pra isso? Que nada! Para ele, só importava compartilhar o amor (e as caixas) com seu filho.

Um livro singelo, doce e encantador, sobre a afetuosa relação entre pai e filho, mas também sobre as formas simples de demostrarmos nossos sentimentos pelos outros, sobre aceitação e sobre julgamentos errados que acabamos fazendo das pessoas ao redor, muitas vezes sem nem perceber.

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O homem que amava caixas

Stephen Michael King

Tradução: Gilda de Aquino

Formato: 24 x 25 cm

Páginas: 36