Quem não tem um lençol velhinho abandonado no canto do guarda-roupa? Pois saiba que ele pode servir para inúmeras brincadeiras. Se você só pensou em usá-lo para brincar de fantasma, nós fomos além! Confira abaixo cinco formas divertidas de incluir o lençol na brincadeira.

1. Cabana

Essa brincadeira fez parte da infância de todo mundo, não é mesmo? Basta jogar o lençol sobre quatro cadeiras, amarrá-lo na porta do armário ou prendê-lo no sofá e está pronta a sua cabaninha. A Luiza pegou os potes de plástico da cozinha e levou tudo para a cabana para preparar o “papá” do Fofo (sim, nós sabemos que o Fofo não é muito fotogênico, mas ele é o objeto afetivo da Luiza na casa da Dinda, então, foi peça fundamental na brincadeira). A cabaninha pode servir também para a festa do pijama, para comer uma pipoquinha no meio da tarde contando história num dia frio… São muitas as possibilidades, basta usar a imaginação: deixe com as crianças, elas certamente darão conta do recado!

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2. Luzes e cores

Tínhamos separado a lanterna para brincar de teatro de sombras, mas quando a Luiza a encontrou (e viu que conseguia ligá-la e desligá-la sozinha), imediatamente inventou uma nova brincadeira. Apagamos as luzes, fechamos a cortina, e brincamos de iluminar papéis e potes coloridos dentro da cabana, para observar o efeito produzido. A Luiza ficou encantada com o feixe de luz gerado pela lanterna. Apagava e acendia sem parar, apontava para o lençol, para o próprio rosto, para a Dinda… Foi, sem dúvida, uma grande descoberta! E o mais legal: a brincadeira não estava “programada”, partiu de uma curiosidade dela.

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3. Rede preguiçosa

Essa é daquelas brincadeiras que a gente se pergunta: como não pensei nisso antes? Basta amarrar (bem forte!) as pontas de um lençol sobre uma mesa (de madeira ou de concreto, mas nunca de vidro) e a sua criança terá uma “rede preguiçosa pra deitar”. No início, a Luiza ficou desconfiada e preferiu apenas colocar o Fofo para balançar. Mas logo criou coragem e pulou pra dentro. Cantamos “balança caixão” e ela mesmo se escondia no final com o lençol. Balançou, entrou, saiu, colocou o Fofo, entrou junto com ele. Aproveitou até para descansar um pouquinho. Essa brincadeira só funciona com crianças pequenas, já que uma criança maior não ficará confortável dentro da rede (e talvez o lençol não aguente o peso). E é necessária a supervisão de um adulto, sob risco de bater a cabeça ou se machucar embaixo da mesa.

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4. Teatro de sombras

 Aproveitamos duas cadeiras da cabana para pendurar o lençol. Apagamos todas as luzes e fechamos a cortina. A Luiza segurava a lanterna enquanto a Dinda criava as sombras e inventava as situações. Foi muito interessante perceber como ela explorou o objeto, tentando entender como ele era responsável por aquelas formas que apareciam no tecido: ela apagava a lanterna e notava que a sombra sumia, em seguida a ascendia e a aproximava do pano, formando uma bola de luz no lençol. Com crianças maiores, a brincadeira pode ser um pouco mais elaborada: dá pra criar um jogo de adivinhação de qual é a sombra, deixar que as próprias crianças criem as formas e até inventar uma história.

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5. Jogo do lençol

Fizemos essa brincadeira com a Sofie, e ela adorou! São necessárias no mínimo duas pessoas para brincar. Nós brincamos em três e dobramos o lençol para diminuir a superfície, mas, se houver mais crianças e mais espaço, pode deixar ele aberto mesmo. As fotos falam por si: cada uma segura uma ponta do lençol e então jogamos uma bola (de qualquer tipo e tamanho, mas é legal que ela seja leve e não muito pequena, para que a criança consiga lançá-la para o alto) sobre ele. Então começamos a balançar o lençol e o desafio consiste em não deixar a bola cair. Quanto mais radicais os movimentos, maior o risco. Depois que entendeu o espírito da brincadeira, a Sofie começou a nos desafiar pra valer e morria de dar risada quando a bola escapava (só a mãe dela não achou muita graça quando arremessamos a bola em cima da TV! Rsrs).

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